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Em um ciclo de fertilização in vitro são utilizadas medicações que estimulam os ovários a produzir mais folículos. Consequentemente, é comum que sejam formados vários embriões. Em torno de 25% dos nascimentos de fertilização assistida são gemelares, uma taxa acima da encontrada na população em geral (uma em cada oitenta gestações). Atualmente, as técnicas de congelamento de óvulos e embriões têm permitido que o excedente, ou seja, aqueles embriões que não foram transferidos, possam ser guardados com segurança para serem utilizados meses ou anos depois. 

O congelamento de óvulos tem se mostrado uma técnica eficiente para preservação da fertilidade. Em um primeiro momento, as mulheres com câncer que iriam se submenter a tratamentos como quimioterapia ou radioterapia, os quais poderiam levar à infertilidade no futuro, foram as primeiras a usarem esta técnica. Após, mulheres que desejam postergar a maternidade, mas sabem que sua reserva ovariana irá diminuir ao longo do tempo, também começaram a buscar informações acerca deste procedimento.

Com o uso crescente das técnicas de reprodução assistida, o número de gestações múltiplas tem aumentado. Para se ter uma ideia, nos últimos 20 anos, o número de gêmeos dobrou e o número de trigêmeos aumentou em seis vezes. 

Existem dois tipos de gestação gemelar: as monozigóticas, onde um embrião se divide em dois ou mais, dando origem a gêmeos idênticos, e as gestações gemelares dizigóticas, onde cada óvulo é fertilizado por um espermatozoide, dando origem a bebês que nascem ao mesmo tempo, mas que são somente irmãos, sem serem idênticos.

É comum dentro das clínicas de reprodução assistida ouvirmos a expressão “turismo reprodutivo”, embora a maioria das pessoas não saiba exatamente o seu significado. Realizar “turismo reprodutivo” significa que um casal infértil deslocou-se do local onde vive para outro, em busca de algum tipo de tratamento em reprodução assistida que seu local de moradia não oferece. Esta “viagem”pode englobar grandes distâncias, inclusive troca de países e até continentes. 

O conhecimento que temos hoje do processo reprodutivo é muito recente, se considerarmos a história da humanidade.

Até a Idade Média, nos meios científicos prevalecia a teoria dos chamados “ovistas”, que acreditavam estar o ser humano miniaturizado dentro do corpo da mulher.

Tradicionalmente, o conceito que temos de família é a composta por um homem, uma mulher e seus filhos. Este conceito nem sempre foi realizado e, recentemente, tem mudado em função do aumento dos índices de divórcio, filhos fora do casamento, adoção, reprodução assistida, reconhecimento dos direitos da mulher e uniões homossexuais. 

Manter um hábito alimentar saudável pode ser difícil, mas é necessário para que o organismo permaneça em equilíbrio, melhorando, assim, a fertilidade. Como outras funções vitais de nosso corpo, a reprodução é, em parte, dependente de vitaminas e minerais.

Hidrossalpinge é a presença de líquido na tuba de Falópio, obstruída devido à infecção, endometriose ou cirurgia prévia. Frequentemente se estabelece após um episódio de doença inflamatória pélvica. Nesta condição, bactérias ascendem da vagina em direção ao útero e tubas, desencadeando um processo infeccioso. O diagnóstico de hidrossalpinge é feito mais precisamente através da ultrassonografia transvaginal, que mostra tubas dilatadas com líquido em seu interior , ou através da laparoscopia.

A cada ciclo menstrual, os ovários são estimulados para produzirem os óvulos. Ao mesmo tempo, o útero se prepara para receber o óvulo fertilizado, dando início à gestação. Caso esta gestação não aconteça, o tecido que reveste internamente o útero, o qual chamamos de endométrio, descama, dando origem à menstruação.