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Sabemos que a reserva ovariana diminui com a idade, mas outros fatores, como o fumo, as doenças crônicas ou a genética também podem influir na falência ovariana. Assim, descartar a possibilidade de gestação com base somente na idade da mulher pode ser precipitado, pois, mesmo com taxas menores, ocorrem gestações espontâneas ou através da reprodução assistida em mulheres acima de 40 anos.

 

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2016 haverá mais de 400.000 casos novos de câncer no Brasil. Nas mulheres, o tumor que aparece em primeiro lugar é o de mama. Quando este tipo de tumor atinge mulheres jovens, em idade reprodutiva, é possível que os tratamentos de quimioterapia possam levar à infertilidade.

Recente estudo realizado na Dinamarca acompanhou durante vários anos mulheres que tiveram um ou mais exames positivos para Clamídia, comparando, com base nos registros hospitalares, complicações que estas mulheres tiveram relacionadas a gestação ectópica, doença inflamatória pélvica e infertilidade de causa tubária.

Do ponto de vista biológico, o melhor momento para uma mulher ter filhos é entre os 18 e os 30 anos. Após os 30 anos, a capacidade reprodutiva começa lentamente a declinar, devido ao envelhecimento e à perda da reserva de óvulos, armazenados no ovário desde a vida intrauterina.

 Muitos casais que não estão conseguindo engravidar, após fazerem a investigação, que inclui avaliação da permeabilidade das trompas, análise do sêmen e da função ovulatória, recebem a informação de que seus exames são todos normais.

O congelamento de óvulos tem se mostrado uma técnica eficiente para preservação da fertilidade. Em um primeiro momento, as mulheres com câncer que iriam se submeter a tratamentos como quimioterapia ou radioterapia, os quais poderiam levar à infertilidade no futuro, foram as primeiras a usarem esta técnica.

O impacto social e emocional da infertilidade pode ser muito grande na vida dos casais. Isto pode fazer com que seja adiada a procura por profissionais especializados ou que estes casais não retornem para os tratamentos indicados e, até mesmo, que desistam de voltar quando o diagnóstico não é tão otimista quanto o esperado.

O congelamento de sêmen e de embriões já são técnicas bem estabelecidas. Mais recentemente, o congelamento de óvulos também tem se mostrado uma técnica bastante promissora.