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Casais optam por adiar gestação durante pandemia, diz estudo americano

Artigo publicado recentemente pelo jornal americano The New York Times apontou que este ano menos 300 mil bebês nasceram nos Estados Unidos. Isso porque muitos casais, em função da pandemia, frearam seus planos de gravidez, em 2020. O resultado é que, em janeiro de 2021, o número de nascimentos caiu 7,2% na Flórida e 10,5% na Califórnia. 

 A mesma realidade pode também ser percebida em outros países. No Brasil, conforme o Portal da Transparência, janeiro registrou 30 mil nascimentos a menos do que no mesmo período do ano passado. Este cenário pode trazer sérias implicações para os indivíduos, para as famílias e para a sociedade. Muitas mulheres e casais terão menos filhos do que o desejado, e, talvez, optem por não engravidar. O impacto da pandemia e suas consequências sobre a saúde e sobre a economia podem repercutir também sobre o planejamento reprodutivo. Para aquelas mulheres que já estavam pensando em postergar a gestação, o congelamento de óvulos, neste momento, pode ser uma alternativa. Além de eficaz, por prevenir os efeitos da idade, trará um alívio emocional com relação às preocupações de gestar em um cenário tão turbulento.

Para aqueles que já estavam tentando engravidar e tiveram dificuldades, o adiamento da investigação e do tratamento da infertilidade pode representar uma piora nas taxas de sucesso. A recomendação é de que procurem, dentro dos cuidados e das normas de segurança que o momento exige, orientação médica e especializada. O Serviço de Fertilidade e Reprodução Assistida do Hospital Moinhos de Vento está disponível para o atendimento de pacientes através da Telemedicina, saiba mais através do telefone: (51) 3314-3434.

Fonte: Dra. Isabel Cristina Amaral De Almeida, coordenadora do Serviço de Fertilidade e Reprodução Assistida