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Com a introdução da pílula anticoncepcional no início da década de 60, a mulher ganhou o poder de controlar o processo reprodutivo. Isto lhe possibilitou crescer em outras áreas que não somente a maternidade, aumentando a procura por uma graduação escolar mais elevada e a busca por cargos de trabalho até então exclusivamente masculinos. Alem disso, possibilitou às mulheres a escolha sobre o fato de querer ou não ter filhos, com várias optando por não tê-los.

O congelamento de óvulos tem se mostrado uma técnica eficiente para preservação da fertilidade. Em um primeiro momento, as mulheres com câncer que iriam se submeter a tratamentos como quimioterapia ou radioterapia, os quais poderiam levar à infertilidade no futuro, foram as primeiras a usarem esta técnica.

Uma vez ouvi uma estória que falava de um rei que tinha um urso de estimação e um empregado exclusivo para cuidar deste urso. Certa feita, por falta de cuidados, o urso adoeceu e o rei ficou muito furioso, ordenando a execução do servo. No momento de ser levado para a forca, o servo comentou: “que pena que irei morrer logo agora, que já estava quase conseguindo que seu urso falasse”.

A idade da mulher afeta o número e a qualidade dos óvulos disponíveis para a fertilização “in vitro” (FIV). Também no homem, a idade altera a qualidade dos espermatozoides, o que pode diminuir os resultados na reprodução assistida. Considerando que a idade não é um fator que se possa mudar, o que é possível sugerir para que os casais que estão iniciando ciclos de fertilização ” in vitro” possam melhorar seus resultados:

Tem-se observado em vários países um aumento no número de famílias que optam por ter filhos únicos. Em Nova York e na Espanha, 40% dos casais têm somente um filho. Em Buenos Aires, 25% das mães também têm somente um filho. Ainda, na Alemanha, a previsão é de que a próxima geração será a primeira na história da Europa onde o comum será ter um único filho.

 

Sabemos que a reserva ovariana diminui com a idade, mas outros fatores, como o fumo, as doenças crônicas ou a genética também podem influir na falência ovariana. Assim, descartar a possibilidade de gestação com base somente na idade da mulher pode ser precipitado, pois, mesmo com taxas menores, ocorrem gestações espontâneas ou através da reprodução assistida em mulheres acima de 40 anos.

O avanço das técnicas de reprodução assistida tem proporcionado aos casais a possibilidade de guardar os embriões excedentes obtidos em um ciclo de fertilização “in vitro”, fazendo com que os mesmos possam ser transferidos para o útero meses ou anos depois, sem que a mulher necessite realizar todo o procedimento novamente.

 

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2016 haverá mais de 400.000 casos novos de câncer no Brasil. Nas mulheres, o tumor que aparece em primeiro lugar é o de mama. Quando este tipo de tumor atinge mulheres jovens, em idade reprodutiva, é possível que os tratamentos de quimioterapia possam levar à infertilidade.

Segundo especialistas da Sociedade Europeia de Reprodução Humana, reunidos neste ano de 2014, a atividade sexual sem proteção é uma das principais causas de doença e mortalidade em países em desenvolvimento. Gestações não planejadas e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são as principais consequências negativas do sexo sem proteção.

Do ponto de vista biológico, o melhor momento para uma mulher ter filhos é entre os 18 e os 30 anos. Após os 30 anos, a capacidade reprodutiva começa lentamente a declinar, devido ao envelhecimento e à perda da reserva de óvulos, armazenados no ovário desde a vida intrauterina.

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