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O congelamento de óvulos tem se mostrado uma técnica eficiente para preservação da fertilidade. Em um primeiro momento, as mulheres com câncer que iriam se submeter a tratamentos como quimioterapia ou radioterapia, os quais poderiam levar à infertilidade no futuro, foram as primeiras a usarem esta técnica.

Abortamento é definido como uma perda espontânea da gestação que ocorre até as 24 semanas de gravidez. Para a maioria das mulheres, o abortamento se constitui em um episódio isolado, mas em um pequeno grupo, cerca de 1%, este evento se torna repetitivo, necessitando de investigação.

A idade da mulher afeta o número e a qualidade dos óvulos disponíveis para a fertilização “in vitro” (FIV). Também no homem, a idade altera a qualidade dos espermatozoides, o que pode diminuir os resultados na reprodução assistida. Considerando que a idade não é um fator que se possa mudar, o que é possível sugerir para que os casais que estão iniciando ciclos de fertilização ” in vitro” possam melhorar seus resultados:

O congelamento de óvulos tem se mostrado uma técnica eficiente para preservação da fertilidade. Em um primeiro momento, as mulheres com câncer que iriam se submeter a tratamentos como quimioterapia ou radioterapia, os quais poderiam levar à infertilidade no futuro, foram as primeiras a usarem esta técnica.

 

Sabemos que a reserva ovariana diminui com a idade, mas outros fatores, como o fumo, as doenças crônicas ou a genética também podem influir na falência ovariana. Assim, descartar a possibilidade de gestação com base somente na idade da mulher pode ser precipitado, pois, mesmo com taxas menores, ocorrem gestações espontâneas ou através da reprodução assistida em mulheres acima de 40 anos.

O impacto social e emocional da infertilidade pode ser muito grande na vida dos casais. Isto pode fazer com que seja adiada a procura por profissionais especializados ou que estes casais não retornem para os tratamentos indicados e, até mesmo, que desistam de voltar quando o diagnóstico não é tão otimista quanto o esperado.

 

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2016 haverá mais de 400.000 casos novos de câncer no Brasil. Nas mulheres, o tumor que aparece em primeiro lugar é o de mama. Quando este tipo de tumor atinge mulheres jovens, em idade reprodutiva, é possível que os tratamentos de quimioterapia possam levar à infertilidade.

Do ponto de vista biológico, o melhor momento para uma mulher ter filhos é entre os 18 e os 30 anos. Após os 30 anos, a capacidade reprodutiva começa lentamente a declinar, devido ao envelhecimento e à perda da reserva de óvulos, armazenados no ovário desde a vida intrauterina.

Recente estudo realizado na Dinamarca acompanhou durante vários anos mulheres que tiveram um ou mais exames positivos para Clamídia, comparando, com base nos registros hospitalares, complicações que estas mulheres tiveram relacionadas a gestação ectópica, doença inflamatória pélvica e infertilidade de causa tubária.

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