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Obesidade é o excesso de gordura corporal e está intimamente relacionada à resistência à insulina. Nos últimos 20 anos, a obesidade transformou-se em um problema de saúde pública em muitos países.

Uma vez ouvi uma estória que falava de um rei que tinha um urso de estimação e um empregado exclusivo para cuidar deste urso. Certa feita, por falta de cuidados, o urso adoeceu e o rei ficou muito furioso, ordenando a execução do servo. No momento de ser levado para a forca, o servo comentou: “que pena que irei morrer logo agora, que já estava quase conseguindo que seu urso falasse”.

Tem-se observado em vários países um aumento no número de famílias que optam por ter filhos únicos. Em Nova York e na Espanha, 40% dos casais têm somente um filho. Em Buenos Aires, 25% das mães também têm somente um filho. Ainda, na Alemanha, a previsão é de que a próxima geração será a primeira na história da Europa onde o comum será ter um único filho.

Abortamento é definido como a perda espontânea da gestação durante as primeiras 24 semanas de evolução. Para a maioria das mulheres, esta perda será um evento isolado, seguida por gestações bem sucedidas após. Entretanto, para um pequeno número de mulheres que está tentando gestar, em torno de 1%, haverá outras perdas, caracterizando o que chamamos de abortamento de repetição, o que necessitará de uma investigação adequada.

O avanço das técnicas de reprodução assistida tem proporcionado aos casais a possibilidade de guardar os embriões excedentes obtidos em um ciclo de fertilização “in vitro”, fazendo com que os mesmos possam ser transferidos para o útero meses ou anos depois, sem que a mulher necessite realizar todo o procedimento novamente.

A falência ovariana prematura é uma condição rara, que atinge cerca de 1% das mulheres. Acontece quando o ovário para de funcionar antes de a mulher atingir a idade de 40 anos, determinando uma menopausa precoce. Dentre as causas conhecidas para a falência ovariana prematura estão causas genéticas, doenças auto-imunes, cirurgias prévias nos ovários, quimioterapia para tratamento de câncer, entre outras.

Segundo especialistas da Sociedade Europeia de Reprodução Humana, reunidos neste ano de 2014, a atividade sexual sem proteção é uma das principais causas de doença e mortalidade em países em desenvolvimento. Gestações não planejadas e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são as principais consequências negativas do sexo sem proteção.

Com a introdução da pílula anticoncepcional no início da década de 60, a mulher ganhou o poder de controlar o processo reprodutivo. Isto lhe possibilitou crescer em outras áreas que não somente a maternidade, aumentando a procura por uma graduação escolar mais elevada e a busca por cargos de trabalho até então exclusivamente masculinos. Alem disso, possibilitou às mulheres a escolha sobre o fato de querer ou não ter filhos, com várias optando por não tê-los.

O congelamento de óvulos tem se mostrado uma técnica eficiente para preservação da fertilidade. Em um primeiro momento, as mulheres com câncer que iriam se submeter a tratamentos como quimioterapia ou radioterapia, os quais poderiam levar à infertilidade no futuro, foram as primeiras a usarem esta técnica.

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