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Quando um casal decide ter um filho biológico por meio de fecundação natural não imagina ter qualquer problema e começa a tentar. Com o passar do tempo, meses ou anos, percebe a necessidade de buscar ajuda profissional e passe conhecer os inúmeros problemas que podem estar afetando a fertilidade de um ou ambos.

Nas últimas décadas, em vários países desenvolvidos, nota-se uma postergação da maternidade. Por exemplo, no Canadá a proporção de primeira gestação em mulheres acima dos 30 anos aumentou de 7% em 1968 para 44% em 2005.

Entretanto, o que é menos noticiado é o número de mulheres que não consegue engravidar em função do declínio da fertilidade relacionado à idade. Este declínio está ligado basicamente a dois fatores: uma queda nos níveis naturais de fertilidade e um aumento do número de abortos e perdas gestacionais.

Em 1° de outubro de 2015, a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) emitiu sua opinião sobre a exposição humana a substâncias químicas tóxicas no International Journal of Gynecology and Obstetrics. Em parecer escrito por ginecologistas, obstetras, cientistas, profissionais de saúde reprodutiva e instituições médicas e de ensino,a FIGO relacionou produtos químicos a diversos problemas de saúde.