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Câncer de mama: como podemos reverter as estatísticas?

Essa é uma pergunta que muitas pessoas fazem quando o assunto é câncer de mama. Afinal, se não temos a doença e nem riscos genéticos, qua a minha relação? Na realidade, é papel de toda a sociedade contribuir para a conscientização e disseminação de informações preventivas. Toda a população deve ajudar a reduzir as estatísticas de mortalidade.

 

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, espera-se que, entre 2020 e 2022, haja 66 mil novos casos. Para reduzir esses números, é importante focar no diagnóstico precoce. Com a mamografia, é possível detectar a presença de alterações não palpáveis, como nódulos menores que 1 cm.  O exame é obrigatório para mulheres acima dos 40 anos e deve ser realizado uma vez ao ano. Isso porque, a partir dessa idade, há maior risco de desenvolver o problema. 

 

Todas as mulheres devem sempre fazer o autoexame em casa, preferencialmente depois do período menstrual, que consiste em apalpar os seios e procurar a presença de nódulos ou alterações na pele da mama ou nos mamilos. O tratamento é personalizado conforme o caso, a avaliação clínica e o resultado dos exames, podendo afetar a fertilidade caso seja necessário recorrer à quimio ou radioterapia. Por isso, o médico deve sinalizar quais procedimentos podem ajudar a preservar a fertilidade, como a reprodução assistida. 

 

Pacientes munidos de conhecimento podem exercer sua cidadania e reivindicar direitos assegurados na Constituição, como no caso da mamografia disponível na rede pública de saúde, independentemente da idade. Existem mais benefícios assistenciais, como o transporte coletivo gratuito quando o paciente não pode arcar com os custos de se deslocar ao local de tratamento. Informe-se, proteja-se e previna-se! 

 

Uma vida saudável requer bons hábitos, que vão desde a alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas e a realização de todos os exames necessários. Cuide-se! Todos nós temos o papel de reduzir a mortalidade por causa do câncer de mama.